Percepções Sustentay – 22/11/2025
novembro 22, 2025
Percepções Sustentay apresenta notas rápidas e variadas sobre governança, estratégia, sustentabilidade, tecnologia e equilíbrio. São pequenas notícias que, juntas, constroem um panorama abrangente de ideias, insights, informações e observações relevantes. Hoje os retalhos de percepções abordam: Empatia no trabalho: não é gentileza, é lucratividade!; Maturidade digital falha sem estratégia competitiva; Brasil: emissões caem, mas alerta de meta persiste; Conselho e C-Level: a unidade pela tecnologia; e Concorrente da Neuralink acelera a corrida de implantes cerebrais com “visão artificial” para leitura.
Concorrente da Neuralink acelera a corrida de implantes cerebrais com “visão artificial” para leitura.
A corrida para conectar interfaces diretamente ao cérebro está aquecendo, e a visão humana emergiu como um campo de batalha crucial. Em uma reviravolta significativa, a Science Corporation, uma startup liderada por um ex-executivo da Neuralink de Elon Musk, acaba de ganhar uma vantagem competitiva poderosa sobre sua antiga casa. A empresa ultrapassou sua rival ao adquirir uma tecnologia de implante de retina que já se encontra em estágio avançado de testes clínicos. Este dispositivo inovador não é apenas um experimento; ele já está provando sua eficácia ao oferecer aos pacientes com perda de visão uma forma de “visão artificial” funcional. — 🔗 Acesse e saiba mais
Conselho e C-Level: a unidade pela tecnologia
A crescente agenda digital está transformando a governança corporativa. De acordo com a EY, a liderança em tecnologia (os C-Levels) deve se aproximar dos Conselhos de Administração para supervisionar, em conjunto, as vantagens e os riscos tecnológicos. Conselheiros, por sua vez, demonstram lacunas de conhecimento: 43% deles citam a necessidade de mais recursos sobre tecnologias emergentes e inovação, e 39% sobre segurança cibernética. A chave é o alinhamento. Líderes de tecnologia precisam ajudar o conselho a focar no Retorno sobre o Investimento (ROI) dos projetos de IA e transformação, estimulando um debate estratégico e não apenas técnico. A sinergia entre esses líderes é vital para a confiança e o sucesso na era digital. — 🔗 Acesse e saiba mais.
Brasil: emissões caem, mas alerta de meta persiste
O Brasil deu um passo crucial, reduzindo suas emissões de gases de efeito estufa em 16,7% em 2024, um avanço notável na luta contra as mudanças climáticas. Esse resultado nos coloca próximos de cumprir a meta climática nacional (NDC) estabelecida para 2025. No entanto, há um alerta: apesar da queda acentuada, as projeções indicam que o país deve “bater na trave”, ficando ligeiramente abaixo do compromisso total. A maior parte dessa redução histórica veio do combate ao desmatamento, especialmente na Amazônia. Para alcançar e superar o objetivo de 2025, o foco precisa ir além do desmatamento. É urgente intensificar ações em setores-chave como a agropecuária, o uso da terra e a energia. O sucesso na NDC de 2025 é crucial para a credibilidade climática global do Brasil. Conseguiremos superar o desafio? — 🔗 Acesse e saiba mais.
Maturidade digital falha sem estratégia competitiva
O entusiasmo em torno da Maturidade Digital pode ser uma armadilha. Muitos modelos focam apenas na implementação de tecnologias, ignorando o ponto mais crítico: a estratégia competitiva. Um estudo do MIT Sloan Management Review aponta que a simples adoção de ferramentas digitais não garante o sucesso. Para que a transformação gere valor real, ela deve estar intrinsecamente ligada à forma como a empresa compete no mercado. A maturidade não é sobre a tecnologia em si, mas sobre a capacidade de usar o digital para reimaginar o core business, melhorar a experiência do cliente e inovar de maneira sustentável. As organizações verdadeiramente maduras: priorizam objetivos de negócio sobre métricas técnicas; alinham a liderança e a cultura à visão digital; e investem em talentos capazes de executar essa visão. Se a estratégia digital não estiver no centro das decisões, a organização pode ter tecnologia, mas não terá vantagem competitiva. — 🔗 Acesse e saiba mais.
Empatia no trabalho: não é gentileza, é lucratividade!
Um novo estudo do Fórum Econômico Mundial (WEF) traz uma mensagem clara para o mundo corporativo: a empatia deixou de ser apenas um soft skill e se tornou um ativo estratégico com Retorno sobre o Investimento (ROI) comprovado. Empresas com alta pontuação em empatia superam consistentemente seus concorrentes em produtividade, inovação e, crucialmente, lucratividade. O segredo está em três pilares: Melhoria na Retenção: colaboradores que se sentem compreendidos tendem a permanecer na empresa; Aumento da Inovação: ambientes empáticos estimulam a segurança psicológica e a criatividade; e Engajamento do Cliente: a empatia interna se traduz em um melhor atendimento ao consumidor. Investir em treinamento e cultura empática não é um custo social, mas sim uma estratégia de crescimento essencial para o futuro dos negócios. — 🔗 Acesse e saiba mais.
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Extraído, inspirado e adaptado de conteúdo da Internet
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