Percepções Sustentay  – 29/11/2025

Percepções Sustentay apresenta notas rápidas e variadas sobre governança, estratégia, sustentabilidade, tecnologia e equilíbrio. São pequenas notícias que, juntas, constroem um panorama abrangente de ideias, insights, informações e observações relevantes. Hoje os retalhos de percepções abordam: O risco climático para o lucro corporativo pós-COP30; Liderança intergeracional: a nova vantagem competitiva; Transição verde para as pessoas e as economias; Brasil: agro pode liderar o mercado de carbono; e 2026: o mercado de trabalho em ponto de virada.

2026: o mercado de trabalho em ponto de virada

O mercado de trabalho em 2026 será moldado por uma intensa batalha por talentos e pela constante evolução tecnológica. O desafio não é apenas criar empregos, mas garantir que as pessoas tenham as habilidades certas para eles. A demanda por profissionais com competências digitais e técnicas (STEM) está em ascensão. No entanto, as soft skills como criatividade, pensamento crítico e flexibilidade se tornam igualmente cruciais, pois são o que nos diferencia da automação. Segundo a pesquisa, o foco das empresas deve ser: equalificação (Reskilling): adaptar colaboradores atuais para novas funções; aprimoramento (Upskilling): melhorar o conjunto de habilidades existentes; e inclusão: abrir o mercado para a diversidade. Os líderes precisarão de uma visão estratégica para o capital humano, investindo em aprendizagem contínua para navegar neste cenário de transformação acelerada.. — 🔗 Acesse e saiba mais

Brasil: agro pode liderar o mercado de carbono

O agronegócio brasileiro tem uma oportunidade histórica: deixar de ser visto como “vilão” e se posicionar como líder global no mercado de carbono. Especialistas apontam que a capacidade do país de sequestrar carbono no solo é um ativo climático de valor incalculável. A chave está em transformar práticas de baixo carbono e a preservação da vegetação nativa em créditos de alta integridade. O agronegócio não apenas reduz suas próprias emissões, mas também gera créditos essenciais para a descarbonização global. Para concretizar essa liderança, o Brasil precisa agir rápido, focando em: transparência e métricas: adotar padrões internacionais que reconheçam a realidade da agricultura tropical; inovação: usar soluções digitais, como IA e rastreabilidade geoespacial; e acesso: reduzir os custos de transação para incluir pequenos e médios produtores. Ao alinhar produtividade com sustentabilidade e governança, o agro brasileiro pode fortalecer sua competitividade e impulsionar o cumprimento das metas do Acordo de Paris. — 🔗 Acesse e saiba mais.

Transição verde para as pessoas e as economias

De acordo com um novo relatório publicado pelo Fórum Econômico Mundial e pela McKinsey & Company, a transição verde pode ser mais eficaz se forem consideradas as necessidades das pessoas e das economias individuais. O documento “Making the Green Transition Work for People and the Economy” oferece maneiras de estar mais atento a essas necessidades em transformação em meio à instabilidade geopolítica, à inflação persistente e à desigualdade. A pesquisa de opinião executiva do Fórum Econômico Mundial, realizada com 11.000 empresas, revelou que 37% consideram os custos mais elevados de energia e commodities como barreiras para modelos de negócios verdes competitivos, enquanto mais da metade se preocupa com a acessibilidade para os consumidores – alertando que, sem viabilidade econômica e alinhamento social, a ambição climática pode fracassar — 🔗 Acesse e saiba mais.

Liderança intergeracional: a nova vantagem competitiva

O mercado de trabalho nunca foi tão diverso em termos de idade, com até cinco gerações trabalhando lado a lado. Gerenciar e potencializar essa mistura é o novo desafio da Liderança Intergeracional. O ponto-chave é transcender estereótipos (como “Millennials preguiçosos” ou “Baby Boomers resistentes”). Em vez de focar nas diferenças, líderes eficazes exploram a complementaridade de habilidades e experiências. As gerações mais jovens trazem a fluência digital e a busca por propósito, enquanto as mais experientes oferecem visão estratégica, resiliência e conhecimento institucional. Para criar um ambiente de alta performance:

  1. Fomente a mentoria reversa: permita que os jovens ensinem tecnologia aos mais velhos.
  2. Crie canais de diálogo: garanta que todas as vozes sejam ouvidas e valorizadas.
  3. Use a Flexibilidade: entenda que cada geração tem diferentes motivadores e necessidades.

Transformar a diversidade etária em uma força é a chave para a inovação e o sucesso futuro. Como sua empresa valoriza o conhecimento e a experiência de todas as gerações? — 🔗 Acesse e saiba mais.

O risco climático para o lucro corporativo pós-COP30

Os compromissos climáticos assumidos por grandes corporações durante a COP30 são mais do que relações públicas; eles se tornaram um risco sistêmico para os negócios. A questão central para CEOs e investidores é: essas metas de descarbonização resistirão a crises econômicas, inflação e instabilidade política? O setor privado é crucial para acelerar a ação climática. No entanto, o fracasso em cumprir as promessas, conhecido como greenwashing ou simples abandono de planos, tem consequências severas:

  • Responsabilização legal: aumenta a pressão de reguladores e ativistas por metas concretas.
  • Perda de confiança: investidores e consumidores penalizam empresas inconsistentes.
  • Choques na cadeia: crises climáticas impactam a produção e a cadeia de suprimentos, atingindo o lucro.

Em um ano marcado por eventos climáticos extremos, a consistência das ações corporativas definirá quem ganhará vantagem competitiva ou enfrentará perdas financeiras. Os compromissos ESG devem ser mandatórios ou voluntários para resistir a crises? — 🔗 Acesse e saiba mais

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Extraído, inspirado e adaptado de conteúdo da Internet

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