Percepções Sustentay – 20/12/2025
dezembro 20, 2025
Percepções Sustentay apresenta notas rápidas e variadas sobre governança, estratégia, sustentabilidade, tecnologia e equilíbrio. São pequenas notícias que, juntas, constroem um panorama abrangente de ideias, insights, informações e observações relevantes. Hoje os retalhos de percepções abordam: 4 tendências para o futuro do trabalho em 2026; 15 empresas pretendem antecipar reporte ESG; Custo da Ineficiência no Brasil: R$ 1 trilhão ao ano; Nova proposta de governança para a IA no Brasil; e Habilidades em sustentabilidade cresce no mercado de trabalho.
Habilidades em sustentabilidade cresce no mercado de trabalho
Você já ouviu falar em “green skills”? Um novo estudo do LinkedIn revela um verdadeiro “apagão” de talentos: a demanda global por profissionais com competências sustentáveis cresce quase o dobro da oferta disponível. No Brasil, o cenário é ainda mais promissor para quem se qualifica. Profissionais com habilidades verdes têm uma taxa de contratação 59% superior à média do mercado. E não se engane: a sustentabilidade não é mais exclusividade de biólogos ou engenheiros ambientais. Atualmente, 53% das vagas “verdes” surgem em setores tradicionais, como Tecnologia, Finanças e Construção Civil. O mercado busca desesperadamente pessoas capazes de liderar a descarbonização e gerenciar riscos climáticos em qualquer área de atuação. Investir em conhecimentos como gestão de energia ou estratégias ESG deixou de ser um diferencial para se tornar um requisito de sobrevivência na carreira. Dados recentes do LinkedIn mostram que, no Brasil, as contratações verdes saltaram de 12,1% em 2021 para 18,1% em 2025, enquanto a oferta de trabalhadores com essas competências avançou bem menos: de 12,3% para 15,3%. Na prática, a sustentabilidade deixou de ser um nicho restrito a cargos ambientais e passou a permear tecnologia, cadeia de suprimentos, operações e até desenvolvimento de software. — 🔗 Acesse e saiba mais
Nova proposta de governança para a IA no Brasil
O Brasil avança na regulação tecnológica com um novo Projeto de Lei que propõe um sistema nacional de governança para a Inteligência Artificial. O foco central é equilibrar o fomento à inovação com a proteção de direitos fundamentais e a segurança dos dados. A proposta sugere uma classificação por níveis de risco, exigindo maior rigor para sistemas considerados de “alto risco”. Além disso, prevê a criação de um conselho especializado para zelar pela ética, transparência e respeito à propriedade intelectual no desenvolvimento de algoritmos. Para o mercado, o grande desafio será garantir a auditabilidade dos sistemas sem criar uma burocracia que sufoque as startups. O objetivo final é fornecer segurança jurídica para quem investe e proteção real para quem utiliza a IA no país. Você acredita que a regulação ajudará ou atrapalhará o avanço da IA por aqui? Comente sua opinião! — 🔗 Acesse e saiba mais.
Custo da Ineficiência no Brasil: R$ 1 trilhão ao ano
O Brasil enfrenta um prejuízo invisível, mas devastador: R$ 1 trilhão perdidos anualmente devido a transições ineficientes no trabalho. Um estudo da Pearson revela que o descompasso de habilidades custa cerca de 10% do nosso PIB nacional. Essa perda gigantesca decorre de fatores críticos que travam a economia:
- Baixa Produtividade: A falta de qualificação técnica limita a eficiência e a inovação.
- Alta Rotatividade: O custo de demissão e recontratação é inflacionado pelo erro na escolha de talentos.
- Vagas Ociosas: Postos estratégicos não são preenchidos por falta de candidatos preparados.
Estancar essa “sangria” exige que empresas e governo foquem urgentemente em reskilling e educação continuada. Investir em pessoas não é mais um custo, mas a estratégia financeira mais urgente para o país. — 🔗 Acesse e saiba mais.
15 empresas pretendem antecipar reporte ESG
O mercado financeiro brasileiro acelera rumo à transparência global. Mais 15 grandes companhias, incluindo nomes como Itaú e Natura, pretendem aderir voluntariamente aos novos padrões internacionais de reporte de sustentabilidade (IFRS S1 e S2). Essa antecipação é estratégica: ao adotar as normas antes da regra ser mandatória, as empresas aumentam sua credibilidade perante investidores e facilitam a comparação de dados ESG em escala mundial. O movimento, apoiado pela CVM, coloca o Brasil na vanguarda da prestação de contas climática e social. No novo cenário de negócios, dados de impacto sustentável valem tanto quanto os números financeiros. — 🔗 Acesse e saiba mais
4 tendências para o futuro do trabalho em 2026
O ano de 2026 promete ser um divisor de águas no mercado de trabalho. Quatro tendências cruciais se destacam, exigindo atenção de líderes e profissionais:
- Tecnologia e soft skills: a automação e IA seguem em alta, mas a demanda por criatividade, pensamento crítico e inteligência emocional só aumenta. A fusão dessas habilidades é a chave.
- Trabalho flexível e bem-estar: Modelos híbridos e remotos são a norma. Empresas precisarão ir além da flexibilidade e focar no bem-estar integral dos colaboradores para reter talentos.
- Diversidade, Equidade e Inclusão (DEI): O DEI deixa de ser “nice-to-have” para ser um imperativo estratégico, impulsionando inovação e performance.
- Aprendizagem contínua: A obsolescência de habilidades é rápida. Reskilling e upskilling são essenciais para manter a força de trabalho relevante e competitiva.
Preparar-se para 2026 significa investir em pessoas, cultura e adaptabilidade. — 🔗 Acesse e saiba mais
🔗Vamos nos conectar! https://sustentay.com.br/conexao/
Extraído, inspirado e adaptado de conteúdo da Internet
#radarsustentay #percepções #notícias #sustentabilidade #esg #geste