Percepções Sustentay  – 21/02/2026

Percepções Sustentay apresenta notas rápidas e variadas sobre governança, estratégia, sustentabilidade, tecnologia e equilíbrio. São pequenas notícias que, juntas, constroem um panorama abrangente de ideias, insights, informações e observações relevantes. Hoje as percepções Sustentay abordam: USP: sustentabilidade e economia circular – etanol e cimento ecológico; Ansiedade climática: o elo da crise do clima e a saúde mental; Autorregulação: big techs enfrentam nova onda regulatória; Robôs humanoides: as novas estrelas do ano novo chinês!; e Economia de baixo carbono tem potencial da geração de empregos.

Economia de baixo carbono tem potencial da geração de empregos

Ao contrário do que muitos pensam, a transição para uma economia de baixo carbono não é apenas sobre o planeta, mas sobre pessoas e oportunidades. Pesquisas mostram que setores como agricultura regenerativa e construção sustentável podem gerar centenas de milhões de novos postos de trabalho. Só em soluções baseadas na natureza, o potencial é de 195 milhões de vagas! A transição para uma economia resiliente e de baixo carbono poderia gerar quase 375 milhões de empregos adicionais até 2035 nos setores de energia, construção, manufatura e agricultura. As conclusões reforçam a ideia de que a ação climática, aliada ao desenvolvimento de habilidades específicas e ao investimento na força de trabalho, pode fortalecer as economias e, ao mesmo tempo, impulsionar a descarbonização O desafio agora é a qualificação. — 🔗 Acesse e saiba mais

Robôs humanoides: as novas estrelas do ano novo chinês!

O tradicional Festival da Primavera na China ganhou um toque futurista em 2026! No palco da gala da CCTV, robôs humanoides roubaram a cena com coreografias de kung fu, danças sincronizadas e até esquetes cômicas ao lado de humanos. Mais do que entretenimento, o espetáculo foi uma vitrine do poder tecnológico chinês, apresentando startups como Unitree e MagicLab. A integração entre máquinas e artistas mostra que a inteligência artificial já não é apenas ficção, mas parte da cultura. Essa demonstração reforça a ambição da China em liderar a robótica global. — 🔗 Acesse e saiba mais.

Autorregulação: big techs enfrentam nova onda regulatória

A era em que as gigantes da tecnologia definiam suas próprias regras parece estar com os dias contados. Um movimento global coordenado, liderado por países europeus como Espanha e Austrália, está impondo leis rigorosas para proteger menores e a democracia do “ambiente digital sem lei”. A reação das empresas, como os ataques de Elon Musk a líderes europeus, revela mais fragilidade do que força. Afinal, se seu poder fosse tão absoluto, não precisariam recorrer ao apoio do governo americano para tentar conter regulações estrangeiras. A história nos mostra que, em confrontos decisivos, o interesse público e o Estado tendem a prevalecer sobre o poder corporativo desmedido. O mundo digital agora enfrenta seu próprio momento de regulação. Essa nova onda regulatória é o caminho certo para um ambiente digital mais saudável?— 🔗 Acesse e saiba mais.

Ansiedade climática: o elo da crise do clima e a saúde mental

A crise climática não altera apenas a paisagem, mas também o nosso bem-estar emocional. Recentemente, novos projetos de pesquisa ganharam destaque ao investigar como eventos extremos -como as secas na Amazônia e as enchentes no Sul – impactam a mente humana. Estudos analisam casos de ansiedade climática, depressão e estresse pós-traumático, buscando oferecer suporte psicológico adequado. O objetivo é transformar dados em políticas públicas que protejam populações vulneráveis e promovam a resiliência emocional diante das incertezas ambientais. Entender essa conexão é o primeiro passo para cuidar não apenas do planeta, mas de quem vive nele. Afinal, a saúde ambiental e a saúde mental caminham lado a lado no cenário atual.— 🔗 Acesse e saiba mais 

USP: sustentabilidade e economia circular – etanol e cimento ecológico

A ciência brasileira dá um passo histórico para descarbonizar a indústria. Pesquisadores da USP estão desenvolvendo tecnologias inovadoras que capturam o CO₂ gerado na produção de etanol para transformá-lo em matéria-prima para cimento ecológico. Essa estratégia de economia circular não apenas reduz a emissão de gases de efeito estufa, mas transforma um resíduo industrial em um recurso valioso para a construção civil. O projeto, realizado no RCGI com apoio da Shell e FAPESP, busca viabilidade econômica para levar essa solução às usinas. É a tecnologia nacional provando que a produção de combustível e a proteção do clima podem caminhar juntas. — 🔗 Acesse e saiba mais

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Extraído, inspirado e adaptado de conteúdo da Internet

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