Percepções Sustentay  – 18/07/2026

Percepções Sustentay apresenta notas rápidas e variadas sobre governança, estratégia, sustentabilidade, tecnologia e equilíbrio. São pequenas notícias que, juntas, constroem um panorama abrangente de ideias, insights, informações e observações relevantes. Hoje as percepções Sustentay abordam: América Latina: BID adota estratégia para minerais críticos; Hidrogênio verde: novo método barateia peça-chave; Brasil recua em ranking de competitividade global; Corrida quântica: Brasil quer formar talentos; e Nova ISO 14001:2026: revisão eleva patamar e competitiva.

Nova ISO 14001:2026: revisão eleva patamar e competitiva

O lançamento da nova versão da ABNT NBR ISO 14001 na Firjan consolida a transição definitiva da gestão ambiental de uma postura defensiva para um papel central na estratégia de negócios. A norma revisada eleva o patamar de exigência ao demandar que o gerenciamento de impactos ambientais esteja plenamente integrado ao planejamento de longo prazo e ao processo de tomada de decisão das organizações, aumentando sua competitividade. Sob a ótica da governança corporativa, a atualização normativa reforça a responsabilidade do alto escalão de administração no direcionamento da agenda ecológica. O foco migra da mera conformidade legal para uma liderança proativa, capaz de mitigar riscos climáticos e operacionais de forma sistêmica. Com isso, os critérios do pilar ambiental (E do ESG) passam a ser auditados com maior rigor técnico. A nova ISO 14001 funciona como uma ferramenta de proteção reputacional e atração de capital. Organizações que alinham suas operações a esse padrão global demonstram maturidade para antecipar crises e otimizar recursos. Adotar essa estrutura é uma decisão estratégica indispensável para garantir a perenidade dos negócios e responder às demandas de investidores por métricas de sustentabilidade robustas.. — 🔗 Acesse e saiba mais.

Corrida quântica: Brasil quer formar talentos

O avanço global da computação quântica colocou o Brasil diante de uma corrida estratégica: a formação urgente de especialistas nesta tecnologia disruptiva. O desenvolvimento desse ecossistema nacional necessita de estruturação de programas acadêmicos e parcerias público-privadas capazes de suprir um apagão de talentos iminente, garantindo que o país não se torne mero importador de soluções quânticas. A computação quântica transformará profundamente a segurança de dados, a otimização logística e a modelagem financeira. As organizações precisam mapear o impacto dessa tecnologia em suas matrizes de risco de longo prazo. Investir em capacitação quântica e na retenção de talentos é uma prioridade de sustentabilidade institucional. — 🔗 Acesse e saiba mais.

Brasil recua em ranking de competitividade global

O Brasil caiu sete posições e assumiu o 65º lugar no Ranking Mundial de Competitividade 2026, realizado pelo IMD em parceria com a Fundação Dom Cabral (FDC). O recuo generalizado nos quatro pilares avaliados, com destaque para a perda de 11 posições em eficiência empresarial, evidencia que o elevado custo de capital e gargalos históricos continuam sufocando a capacidade do país de traduzir seu vasto potencial em produtividade real. O estudo acende um alerta para as organizações. Embora o Brasil preserve posições de destaque em atração de investimento estrangeiro direto e transição para energias renováveis, deficiências estruturais em educação básica e baixa qualificação da mão de obra funcionam como uma âncora para a eficiência dos negócios. Os dados reforçam que a competitividade requer olhar para o desenvolvimento do capital humano. Uma governança proativa deve antecipar esses riscos macroeconômicos, desenhando estratégias internas robustas de retenção de talentos e capacitação técnica. Mitigar o Custo Brasil depende do alinhamento urgente entre eficiência operacional e impacto social estruturado. — 🔗 Acesse e saiba mais.

Hidrogênio verde: novo método barateia peça-chave

Pesquisadores desenvolveram um método inovador que acelera e reduz drasticamente os custos de fabricação de componentes essenciais para a produção de hidrogênio verde. A técnica foca na otimização dos catalisadores utilizados na eletrólise da água, substituindo materiais nobres e escassos por alternativas mais abundantes e eficientes, eliminando um dos principais gargalos econômicos para a viabilidade dessa matriz energética limpa. A descoberta é um divisor de águas para a descarbonização global. Setores intensivos em carbono ganham uma rota tecnológica mais previsível e viável para atingir suas metas de transição. Reduzir o custo de capital desse vetor energético acelera a substituição de combustíveis fósseis em larga escala industrial. Também dentro do pilar ambiental (E do ESG), a inovação acelera o cumprimento de compromissos climáticos internacionais. Viabilizar economicamente o hidrogênio verde transforma o combate às mudanças climáticas de um imperativo ético em uma estratégia de alta eficiência operacional. — 🔗 Acesse e saiba mais 

América Latina: BID adota estratégia para minerais críticos

O Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) adota uma estratégia ambiciosa ao apostar no desenvolvimento de uma cadeia completa de minerais críticos para a transição energética na América Latina. Em vez de limitar a região à mera exportação de matéria-prima bruta, a iniciativa visa fomentar o processamento local e a industrialização do lítio, cobre e níquel, gerando maior valor agregado para as economias domésticas. Essa abordagem do BID busca mitigar os riscos geopolíticos de concentração de suprimentos. Para os governos e corporações locais, o desafio reside em desenhar marcos regulatórios que atraiam capital estrangeiro e garantam segurança jurídica, sem abrir mão da soberania sobre recursos naturais estratégicos e da repartição justa de benefícios. Importante atentar que para o pilar socioambiental (E e S do ESG), a extração mineral em larga escala exige uma governança de sustentabilidade impecável. A cadeia completa só será viável se pautada pelo respeito aos direitos das comunidades locais, gestão hídrica rigorosa e mitigação de impactos ecológicos. O sucesso dessa estratégia redefinirá o papel da América Latina como protagonista verde da economia global. — 🔗 Acesse e saiba mais

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Extraído, inspirado e adaptado de conteúdo da Internet

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