Percepções Sustentay  – 19/09/2026

Percepções Sustentay apresenta notas rápidas e variadas sobre governança, estratégia, sustentabilidade, tecnologia e equilíbrio. São pequenas notícias que, juntas, constroem um panorama abrangente de ideias, insights, informações e observações relevantes. Hoje as percepções Sustentay abordam: Remoção de carbono: acordo Google e Brasil; Paradoxo: brasileiro tem alta exposição a IA e temor de uso dos dados; Aquecimento global: exceder 1,5 °C é praticamente inevitável; IA e o mercado de trabalho; e Baterias na matriz elétrica.

Baterias na matriz elétrica

A inserção de sistemas de armazenamento por baterias no sistema elétrico é fundamental para viabilizar a transição energética e mitigar a intermitência das fontes renováveis, como eólica e solar. Para a viabilidade regulatória e econômica dessa tecnologia é necessário um modelo claro de governança e alocação de custos. Um obstáculo estratégico está no financiamento: distribuir os encargos entre geradores intermitentes, agentes de mercado ou repassar a conta ao consumidor final. Para assegurar a estabilidade da matriz sem comprometer a modicidade tarifária ou a competitividade, o planejamento regulatório deve equilibrar atratividade para investidores privados e equidade na partilha dos custos do sistema.  — 🔗 Acesse e saiba mais.

IA e o mercado de trabalho

O relatório Global AI Jobs Barometer 2026, da PwC revela que funções “profissionalizadas” pela IA, nas quais a tecnologia assume tarefas operacionais e libera profissionais para exercerem habilidades complexas, julgamento crítico e liderança, crescem o dobro do ritmo e registram salários 42% superiores às demais. O estudo indica que as organizações com maior ganho de produtividade não usam a IA para reduzir quadros, mas para amplificar a capacidade humana e gerar novos valores. Para as organizações, o desafio ainda reside na adaptação contínua: a requalificação acelerada e a reestruturação das carreiras de entrada passam a ser pilares fundamentais para a sustentabilidade do capital humano. — 🔗 Acesse e saiba mais.

Aquecimento global: exceder 1,5 °C é praticamente inevitável

O relatório do PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente) traz um diagnóstico realista: sob as políticas atuais, ultrapassar temporariamente o limite de 1,5 °C de aquecimento global tornou-se praticamente inevitável. Nesse cenário é urgente gerenciar riscos crescentes sem cair no conformismo. A prioridade máxima deve ser conter o pico de temperatura e encurtar o tempo de excede para evitar danos irreversíveis aos ecossistemas e economias. para isso, é preciso alinhar descarbonização acelerada com estratégias robustas de adaptação e remoção de carbono. Governos e organizações devem adotar trajetórias que assegurem resiliência operacional, equidade social e sustentabilidade a longo prazo. — 🔗 Acesse e saiba mais.

Paradoxo: brasileiro tem alta exposição a IA e temor de uso dos dados

Mapeamento inédito do Cetic.br (Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação) e da ANPD (Agência Nacional de Proteção de Dados) revela um paradoxo marcante na cultura digital brasileira: enquanto mais da metade dos usuários compartilha sentimentos, fotos e dados de saúde com plataformas de inteligência artificial, 66% temem o uso indevido dessas informações pelas empresas de tecnologia. O cenário aponta para uma redução no cuidado preventivo, como a leitura de políticas de privacidade, ao mesmo tempo em que amplia os riscos de vazamento de segredos corporativos e fraudes. A lacuna entre a consciência do risco e a prática diária requer ação urgente das organizações. Implementar diretrizes claras de ética, promover o letramento digital e fortalecer a proteção do capital de dados tornaram-se compromissos fundamentais para garantir a sustentabilidade e a confiança no uso corporativo e pessoal da tecnologia. — 🔗 Acesse e saiba mais 

Remoção de carbono: acordo Google e Brasil

O recente acordo do Google no Brasil para a remoção de carbono é considerado o maior da história da corporação e um marco estratégico relevante na governança ambiental das grandes corporações tecnológicas. Pressionada pelo avanço expressivo de suas emissões, impulsionado pela expansão da inteligência artificial, o Google busca no mercado brasileiro soluções de alto impacto que combinam redução de metano na agricultura e remoção permanente de CO₂ via intemperismo de rochas. A iniciativa valida o potencial do Brasil como polo global de soluções de descarbonização de alta integridade. O acordo é um movimento das big techs para fazer frente ao desafio em conciliar a explosão do consumo energético digital com suas metas de neutralidade climática. — 🔗 Acesse e saiba mais

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Extraído, inspirado e adaptado de conteúdo da Internet

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